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...borboletas nascem da noite e morrem com abraços vazios...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Fuga...


O sangue não traz mais náuseas
E é esquecido como eu
Eles não sabem e me buscam
Por cantos escuros onde já não fico mais
Perseguem meus vícios secretos
Calam minha boca sem motivos
E andam por caminhos incertos
Roubando todos os meus sentidos
E me deixando esquecida
Como o sangue que fugiu de mim
Assim como fujo deles.

Oxx

Do modo mais impreciso
Ela respira com receio
A vida passa por ela
Mas ela não vê e não ouve
Só respira e pensa,
E chora e não fala
Pois tudo o que tem é o tempo
E uma sombra sem alma.