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...borboletas nascem da noite e morrem com abraços vazios...

terça-feira, 13 de julho de 2010



Boa madrugada...
Devo dizer que estou feliz com tudo o que há ao meu redor, pois tenho pais maravilhosos, uma familia em harmonia, amigos com que posso contar, um colégio em que adoro estudar, e sei que sempre terei oportunidades na vida das quais serão sempre bem-vindas, e de que nunca abrirei mão...
Só que minha subjetividade se choca comigo, me fazendo cada vez mais refletir, e também, escrever...
Não importa a minha idade, nem como sou fisicamente, mas sim, as frases que flutuam dentro do meu cérebro, e as inquietantes pequenas coisas que vivem em meu interior, provocando dores de estômago, e construindo em minha mente imagens que me fazem querer chorar ou voar (ou os dois) e que ficam gravadas, em forma de sonhos sem pé nem cabeça que tornam-se repetitivos...
Filmes e frases alheias ajudam nessa fábrica de historinhas malucas que seguem...
Músicas tristes, alegres, bonitinhas, estúpidas, sem noção...
Os cabelos tornam-se cortinas...
Os olhos, telescópios diminutos...
As costelas um desenho que se apaga sozinho
As veias, pequenas ruas que formam mapas infinitos, que passam por um pequeno coração...

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